Damien é o responsável dos vinhos para a CACTUS, uma marca luxemburguesa de supermercado fondada em 1967. O grupo é uma empresa familiar importante no luxemburgo e é o terceiro maior empregador do pais. A empresa tem além du CACTUS, Supercactus et Cactus marché, assim como lojas mais especializadas.

O que é que a participação no concurso mundial lhe traz?

DL: A participação no concurso mundial de Bruxelas é importante para a nossa empresa. A promoção de um grande número de vinhos medalhados através de mais de 450000 folhetos em todo o pais permitio-nos diversificar o nosso catálogo e destacar um vinho por mês que ganhou uma medalha em todas as nossas lojas e adegas.

Na sua opinião, qual é a importancia das medalhas nas garrafas para a decisão de compra dos clientes ?

DL: A medalha do concurso oferece uma garantia de qualidade e equilibrio, nós explicamos aos nossos clientes que o vinho é equilibrado e selecionado com precisão. O impacto das medalhas do concurso mundial de Bruxelas é realmente importante. Tenho a sorte de ser presidente do club do vinho, que representa mais de 3700 sócios com muitas actividades. A qualidade e a seriedade do concurso já não precisam ser demonstradas.

Quais são as tendências que observa actuamente no mercado vinícola? Qual é a coisa mais excitante no mercado do vinho neste momento?

DL: O consumidor luxemburguês nativo é fiel à produção interna mas cada vez mais aberto à descoberta. Os vinhos de Portugal são muito tendência neste momento no nosso país. Constatamos também um aumento do número de viticultores que querem trabalhar conosco. Luxemborgo é um país muito cosmopolita e onde as fronteiras estão muito próximas. Os gostos são muito différents com uma procura muito grande de vinhos do Novo Mundo.

Poquê que os produtores devem inscrever os seus vinhos no concurso mundial de Bruxelas?

DL: Actualmente no comércio de vinho, o produtor deve por todas as chances do seu lado e o Concours mondial de Bruxelles é um A PORTA para se dar a conhecer no mundo dos vinhos!